ASSIM IMAGINO SERÃO OS ÚLTIMOS DIAS

Não pode haver um anticristo sem que antes haja antes o anti-cristianismo. Houve e há muitos anticristos por que o anti-cristianismo é uma ideologia que transcende o tempo, sempre esteve presente em todas as gerações desde a geração dos apóstolos e assume várias formas, como doutrinas, ensinos, religiões, seitas e cultos ideológicos. 


Sua prática vem em várias intensidades desde a crítica pública à regulação do culto, de ações legais à perseguição física perpetuada pelo Estado. Em nossos dias o anti-cristianismo está em toda parte, até na igreja, onde o desejo de alguns por justas mudanças dá lugar ao desejo de destruir aquilo que não pode ser perfeito.

Assim imagino serão os últimos dias. Essas minhas minhas suposições são apenas hipóteses. Se as ideias discutidas no meio intelectual e entre os globalistas forem implantadas conforme planejadas, daria lugar a eventos que, sendo contrastados com algumas profecias bíblicas, resultará, mais ou menos, nesse cenário que descrevo abaixo.

A monopolização das várias vertentes e formas do anti-cristianismo na cultura atual culminará no surgimento de um líder mundial anticristão que seduzirá parte da igreja após ele, será politicamente correto, e contará com apoio de líderes mundiais e das grandes religiões. Ele governará, mas não totalitariamente a princípio, fará parte de uma coalizão que lhe outorgará poderes legais. A perseguição aos cristãos será legalizada pelas Nações Unidas e moralizada pelas grandes instituições cristãs do mundo que acusarão a minoria cristã dissidente de radicais, intolerantes, falsos cristãos e traidores de Cristo.

Os cristãos perseguidos não serão chamados de cristãos, mas sim de radicais. extremistas religiosos, fascistas, intolerantes, e muitos serão expulsos de suas próprias igrejas. Líderes os condenarão desde seus púlpitos. Humilhados, esses dissidentes perderão a segurança de seu anonimato quando decisões feitas a partir de um controle estatal rígido, bem possível nessa era digital, que os obrigará a decidir entre rejeitar suas convicções de fé ou perder privilégios e direitos civis como não poder registrar uma empresa, inabilidade de pleitear causas na justiça, perderá benefícios como aposentadoria, seguros desemprego ou qualquer benefício oferecido pelo Estado, perderão seus direitos básicos sendo acusados de violadores dos direitos humanos e incitadores do ódio.

Os filhos pequenos dos cristãos perseguidos serão tomados pelo estado que os dará a outros pais. Isso ocorrerá sob a acusação de ensinar intolerancia. Ensinar a Bíblia aos filhos será considerado pratica de abuso infantil pois a Bíblia será censurada como livro homofóbico e machista, imprópio para crianças.

Cristão perseguidos se reunirão nas casas onde seu discurso e confissão de fé não será interpretado como discurso de ódio, mas haverá muitas traições, filhos maiores, educados no politicamente correto das escolas públicas denunciarão seu próprios pais à justiça, pois entenderão que a grande família é a aldeia global onde todos são irmãos e cidadãos do mundo.

Os Estados oferecerão anistias aos cristãos perseguidos, uma espécie de perdão estatal pelos seus crimes de radicalismo e fé, que incluirá um programa de reintegração civil e social que se iniciará com um voto, um juramento sob à constituição que incluirá sua rejeição a Cristo conforme sua fé, e o abraçar do Cristo aprovado pelo Estado, ou seja o Cristo politicamente correto e relativista. Nesse periodo de reintegração o cristão será acompanhado por um assistente social e frequentará classes de cidadania onde ouvirá sobre igualdade, justiça, fidelidade ao estado entre outras doutrinas ideologicas adaptadas ao cunho humanista.

Na igreja institucional uma nova doutrina sob o pretexto da tolerância relativizará a verdade na conveniência de que o homem é igual a Deus, e portanto, não há pecado, não há inferno, não há juiz, somente um Deus que aprova tudo e todos, sem nada condenar. A doutrina paz e segurança como será chamada, promoverá a ilusão da união de todos, sem separações ou limitações, pregará o fim das fronteiras entre países, o fim dos governos locais em prol de um governo único que unirá os povos do mundo como irmãos.

Se crerá nesses dias que o fim das fronteiras e das barreiras culturais trará o fim das guerras. "Não haverá guerras se não há fronteiras a defender", dirão eles, e "não haverá conflito cultural se todas as culturas se convergirem em uma só cultura universal".  Será apresentado uma religião universal, controlada pelas Nações Unidas, onde uma espécie de "papa mundial" sob a autoridade do líder mundial governará a cada ano, um de cada grande religião mundial, se revezando a cada ano. Essa religião universal contará com muito dinheiro e promoverá grandes obras de caridade assim como assumirá a liderança mundial de proteção ao meio ambiente. Essa religião promoverá encontros ecumênicos para falar sobre espiritualidade e meio ambiente, e cada sacerdote que comparecer receberá vários benéficios dos estados quando doutrinar seus fieis no ambientalismo. 

Por que a realidade triunfa sobre a propaganda, o anticristo terá sucesso por um tempo até que os conflitos reapareçam, suas instituições percam poder político. Nesse momento o poder será mantido pela força, países menores não poderão se desligar da coalisão mundial e sob ameaça bélica seus líderes serão subjugados, outros declararão guerra. Haverá então uma grande tribulação não entre os cristãos, mas no mundo inteiro, guerras e dores como ainda não houve.


No fim desse período o Senhor voltará, respondendo ao Maranata daqueles que nEle esperam.