ATOR É PERSEGUIDO POR FAZER PAPEL DE JESUS EM FILME


Todos sabem que Holywood é uma industria anti-cristã concentrada em ridicularizar e defamar o cristianismo. A prova dessa verdade está escrita na vida de Jim Caviezel, cristão nascido de novo, que aceitou apesar das perseguições que sabia que haveria de sofrer, ser "a cara de Jesus" no filme que foi e é responsavel pela conversão e reconciliação de muitos a Deus.


Durante a sua crucificação Jesus foi bem claro à mulheres que por ele pranteavam "chorais por vós mesmas... porque, se isto se faz no lenho verde, que se fará então do seco?" (Lucas 23:31) Fogo em lenha seca tem um poder de destruição muito maior que na verde. Jesus é a lenha verde e o povo que o perseguia, a seca. Se Deus não poupou seu próprio filho, imagine a destruição que cairá sobre os verdadeiros culpados. 

Cazaviel acusado de anti-semitismo na verdade sofre a mesma rejeição do personagem que ele "encarnou" no filme "Paixão de Cristo" 

Durante uma conversa de vinte minutos na Primeira Igreja Batista de Orlando, Cavaziel falou de sua experiencia com Deus durante a filmagem da "Paixão de Cristo" e do boicote que sofre em Holywood. 

Durante Caviziel disse que "ausência de oportunidades para papeis em filmes tem sido a sua cruz para carregar, e que Hollywood" - que é financiada em parte por grupos semitas, digo eu - "o tem boicotado desde então." 

Jim Caviezel, que, antes de assumir o papel de Jesus, era uma estrela em ascensão em Hollywood, com criticas positivas ao seu trabalho em "Frequency" e "The Thin Red Line", ele disse a uma audiência na Primeira Igreja Batista de Orlando no sábado que Gibson pediu-lhe que reconsiderasse o papel. 

Mel Gibson o avisou, conta Caviziel. "Mel Gibson me disse: Você nunca mais vai trabalhar nesta cidade de novo", Caviezel lembra. "Eu lhe respondi: 'Nós todos temos que levar a nossa cruz." 

No dia seguinte, Mel Gibson me disse: "Eu quero que você esteja ciente do que você vai passar. Você talvez nunca poderá trabalhar de novo." Ele disse isso várias vezes publicamente. Eu lhe disse: "Mel, é isso que eu creio. Todos temos uma cruz a carregar. Eu tenho que carregar minha própria cruz. Se não carregamos nossas cruzes, seremos esmagados sob o peso delas. Então vamos lá. " E começamos a fazer o filme. 

Mel Gibson se revelou "um profeta". O filme foi acusado de anti-semitismo, e papéis para filmes têm sido difíceis de obter. Caviezel acusa "eu fui rejeitado pela minha própria indústria." 

Depois de "Paixão de Cristo" (2004), ele estrelou um pequeno filme de suspense "Unknown", teve um papel coadjuvante no filme de Denzel Washington "Deja Vu", e participou de "Outlander" e "The Stoning of Soraya M.” 

Mesmo assim, ele parece não ter arrependimentos. "Temos que render os nossos nomes, nossa reputação, nossas vidas para falar a verdade", encoraja-se Caviezel. 

Sobre sua experiência na filmagem da "Paixão de Cristo" Jim conta: "Eu sentia uma grande presença vindo para dentro de mim, muitas vezes, quando estávamos filmando", disse ele. "Foi essa oração que me veio: Senhor, eu não quero que as pessoas me vejam. Eu só quero que eles vejam a Jesus. Sei que conversões irão acontecer." emocionado Jim continua "Isso era o que eu mais queria acima de tudo, que as pessoas sentissem um efeito e viessem a tomar uma decisão de seguir a Jesus ou não." 

Quando abordado por uma pergunta perniciosa, “Mel Gibson é um grande pecador, não é?" Jim respondeu firme “Mel Gibson não precisa do seu julgamento, ele precisa de sua oração”. 

Wesley Moreira